Visão Geral
Mapeamento completo dos fluxos operacionais da Pós-Graduação UNIGUAÇU: produção de materiais, jornada do aluno, secretaria e comunicação. Baseado em entrevistas com os times e análise dos processos do Bitrix.
Fluxos da Pós-Graduação
Estrutura macro dos processos operacionais. A produção de materiais e a secretaria são subfluxos que alimentam e encerram a jornada do aluno.
Fluxo Completo
Visão macro de todos os processos da Pós-Graduação em um único diagrama. Inclui produção, jornada do aluno, secretaria e comunicação.
Visão macro · Todos os fluxosDisciplina Regular
Produção e disponibilização de aulas síncronas e assíncronas. Fluxo mais complexo: dois sub-fluxos com etapas distintas de gravação, edição e configuração no LMS.
Síncronas + AssíncronasClinic Day
Aulas síncronas ao vivo com formato específico. 18 encontros por curso. Sem processo formal de notas atualmente.
18 encontros · Ao vivoMentoria
Fluxo com bifurcação Premium / Padrão. Diferencia canal de upload e distribuição. Inclui processo de caso clínico.
Padrão + PremiumJornada do Aluno
Fluxo macro: da captação no CRM até a certificação. Conecta todos os subfluxos de produção, secretaria e comunicação.
CRM → CertificaçãoSecretaria
Subfluxo de conferência JACAD, ajuste de datas e lançamento de notas. Prazo total de 129 a 143 dias por disciplina.
129 a 143 dias · JACADComunicação e Relacionamento
Fluxos por origem de demanda: síncronas, mentoria, Clinic Day, assíncronas, onboarding e eventos. Canal principal: WhatsApp.
6 origens · WhatsApp + E-mailFio Condutor do Diagnóstico
A análise revelou um padrão transversal que une a maioria dos gaps identificados.
Há muito esforço operacional sendo realizado, mas pouco disso se converte em dado, visibilidade ou melhoria.
Os times executam com dedicação e conhecimento técnico. Os processos funcionam. O problema não é competência: é estrutura. Falta um ciclo que transforme execução em aprendizado, e aprendizado em melhoria contínua. Esse é o gap que, resolvido, amplia o impacto de todos os outros.
Fluxos Operacionais
Representação visual dos fluxos mapeados com responsáveis e prazos por etapa. Para visualização detalhada e editável, acesse o FigJam.
Diagnóstico
17 gaps identificados a partir das entrevistas com os times e análise dos fluxos operacionais. Clique em cada card para expandir a análise completa.
Há muito esforço operacional sendo realizado, mas pouco disso se converte em dado, visibilidade ou melhoria.
Os times executam com dedicação e conhecimento técnico. Os processos funcionam. O problema não é competência: é estrutura. Falta um ciclo que transforme execução em aprendizado, e aprendizado em melhoria contínua. Esse é o ponto transversal que conecta a maioria dos gaps e amplia o impacto de todas as recomendações.
Ambos os números sofrem bloqueios recorrentes pela plataforma devido ao alto volume de disparos diários. Em tratamento com a Uniscale, mas sem resolução definida.
Quando o bloqueio ocorre, as comunicações de aulas ao vivo, mentorias e Clinic Day ficam comprometidas sem plano de contingência formal. O time improvisa migração para e-mail e portal do aluno, com queda significativa de engajamento.
Sem canal estável, a instituição perde visibilidade sobre engajamento real do aluno: e isso só aparece nos indicadores no momento do lançamento de notas.
Ainda ocorre a liberação de disciplinas sem a gravação assíncrona disponível, com nota baseada apenas na aula ao vivo. Estimativa de 70% do problema resolvido, mas sem visibilidade consolidada dos casos restantes.
Principal causa: gravações acontecendo muito próximas da data da aula ao vivo, eliminando a janela de 25 a 30 dias necessária para edição, configuração e sincronização.
Não existe um processo definido para responder: qual material precisa ser regravado? Qual está desatualizado? Qual teve troca de professor? Qual teve reclamações recorrentes?
A verificação atual é pontual, realizada pelo time de Operações no momento de abertura da tarefa: reativa, subjetiva e tardia. A decisão de regravar chega com prazo já comprimido.
Consequências: materiais com cortes desproporcionais, aulas de professores que já saíram ainda ativas, conteúdos com reclamações documentadas ainda disponíveis.
Não existe revisão periódica: nem do ambiente virtual, configurações, interativas, critérios de nota nem dos materiais didáticos, conteúdo, formato, adequação pedagógica.
O modelo atual é melhoria por crise: algo quebra, alguém reclama, ou uma mudança de critério força atualização em massa. Exemplo: a atualização das interativas gerou ~80 refações simultâneas.
Sem ciclo preventivo, o débito técnico e pedagógico acumula progressivamente e só se torna visível quando já é problema de grande escala.
O TI é responsável por etapas operacionais e pedagógicas no Moodle: configuração de ambientes, replicação de disciplinas, ajuste de interativas, sincronização com JACAD.
O TI executa com competência técnica: o processo funciona. O problema é a ausência de visão pedagógica e de Design Instrucional no momento da configuração. O ambiente é entregue tecnicamente correto, mas sem as melhorias contínuas necessárias. O resultado não é retrabalho por erro, mas estagnação.
Simultaneamente, o TI é acionado em múltiplos momentos de todos os fluxos sem visibilidade consolidada do volume total de demandas paralelas.
Todos os fluxos são tratados operacionalmente como "a mesma coisa". As pessoas executam suas subtarefas sem noção do tamanho, complexidade e impacto do processo como um todo.
Consequências: times não entendem por que determinado prazo é crítico para o time seguinte, não percebem quando estão criando gargalo, e não conseguem dimensionar o esforço necessário.
A ausência de visão dimensional impede que a liderança faça escolhas informadas sobre priorização, alocação de pessoas e sequenciamento de melhorias.
Não há mecanismo formal que sinalize quando um prazo está em risco antes de ser perdido. A gestão é feita por observação manual: principalmente pelo Pedagógico.
A cadeia de prazos (3 dias úteis edição + 10 dias supervisor + 10 dias TI) é viável na teoria, mas na prática é gerenciada sem alertas proativos. O problema é percebido quando já impactou o fluxo seguinte.
O cronograma vive em planilha, o painel de controle em outra planilha, as tarefas no Bitrix e os indicadores em dois Power BIs diferentes. Nenhum time tem visão completa em um único lugar.
Isso gera retrabalho de replicação de informação entre sistemas, risco de inconsistência entre fontes, e dificuldade de acesso para quem não trabalha diariamente com todas as ferramentas.
Em 2025 o cronograma chegou no final de novembro para o ano seguinte: com recesso de Natal e Ano Novo no meio. A janela necessária para lançar tarefas, acionar logística e iniciar produções foi drasticamente comprimida.
O prazo ideal identificado pelo time é setembro/outubro, mas não há processo formal que garanta isso. É uma meta informal sem responsável e sem data definida.
O Clinic Day não possui processo de notas ativo. Está "em andamento" segundo as transcrições, mas sem prazo definido. O aluno realiza uma atividade que não compõe sua avaliação formalmente: gap pedagógico relevante.
A configuração da aula ao vivo do Clinic Day é diferente da Disciplina Regular, e essa diferença é apontada como principal fonte de atenção na configuração do Moodle.
O CSAT existe apenas pontualmente: após aulas síncronas, via supervisor. Não há coleta sistemática sobre materiais assíncronos, Clinic Day, mentorias ou jornada geral.
A instituição não tem visibilidade contínua sobre como o aluno percebe a experiência de aprendizagem: apenas sinais reativos. O fluxo via WhatsApp está descartado pelo risco de bloqueio e sobrecarga do Relacionamento. A direção correta é o LMS.
Toda semana é necessário criar planilhas manualmente no Notion para preenchimento dos supervisores. O processo é manual, repetitivo e não gera dados utilizáveis: as informações ficam fragmentadas sem estrutura para consolidação ou análise.
O Notion opera como ferramenta paralela ao Bitrix, ampliando a fragmentação de informação. É mais um ponto onde esforço é realizado sem retorno informacional.
Quando uma etapa não é cumprida pelo responsável original, outro membro do time absorve a demanda informalmente para evitar que o fluxo seja interrompido. Um exemplo recorrente ocorre quando o docente não entrega o PEUNI, levando o supervisor a assistir à aula inteira para nomear os tópicos.
O ponto de atenção é que esse comportamento torna a falha pouco visível, pois não gera dado, não formaliza o desvio e não cria insumo para correção do processo. Além disso, sobrecarrega quem absorve a demanda e aumenta a dependência de pessoas específicas.
Quando a continuidade do fluxo depende de soluções informais recorrentes, o processo perde previsibilidade, rastreabilidade e capacidade de melhoria contínua.
A dependência de conhecimento tácito distribuído em pessoas específicas é uma consequência direta da falta de fluxos estruturados e documentados. Quando os processos existem apenas na prática e na memória dos times, qualquer movimentação, entrada de um novo membro, troca de função, saída de alguém, gera um período de instabilidade que poderia ser evitado.
O mapeamento que está sendo construído agora é o primeiro passo para resolver isso. Mas documentar o fluxo é diferente de operacionalizar a documentação: é necessário garantir que ela seja consultada, atualizada e usada como base real de trabalho, e não apenas um registro estático.
O Supervisor acumula responsabilidades muito distintas sem que isso esteja formalizado: acompanha aulas ao vivo, preenche registros no Notion, configura interativas no Moodle, nomeia tópicos quando o docente não entrega a documentação, monitora engajamento dos alunos. É um papel que transita entre o pedagógico, o operacional e o relacionamento sem fronteiras claras.
Isso gera dois problemas simultâneos. Primeiro, sobrecarga invisível: o volume real do trabalho do Supervisor não é dimensionado porque está distribuído em várias frentes sem registro consolidado. Segundo, fragilidade de substituição: quando um Supervisor está ausente, não há clareza sobre quem absorve o quê porque o escopo nunca foi formalizado.
O docente aparece nos fluxos como um insumo: alguém que precisa entregar documentação, aparecer na data certa e gravar o conteúdo. Não há processo estruturado para onboarding de docentes novos, critério formal para avaliação ou substituição, nem mecanismo de comunicação proativa quando há mudança de professor em uma disciplina.
Quando um professor sai ou precisa ser substituído, a descoberta é reativa e o impacto cai diretamente sobre o time de Produção e Pedagógico sem aviso antecipado, gerando compressão de prazo e retrabalho que poderiam ser evitados com um processo mínimo de gestão.
É uma consequência direta do G14, mas merece ser nomeado separadamente por seu impacto de risco. Há pessoas específicas nos times que, se saíssem ou ficassem indisponíveis, travariam múltiplos fluxos simultaneamente, porque detêm conhecimento que não está documentado nem distribuído.
Isso não é uma crítica à gestão, é uma realidade comum em times pequenos em momento de crescimento rápido. Mas num contexto de reestruturação ativa do setor, esse risco precisa ser reconhecido explicitamente para que as decisões de estrutura, documentação e distribuição de responsabilidades sejam tomadas com essa vulnerabilidade em mente.
Recomendações
15 recomendações organizadas em três ondas de implementação. Cada recomendação inclui ação concreta e impacto esperado.
Documentar protocolo formal de comunicação alternativa com hierarquia de canais, WhatsApp → e-mail → portal do aluno → notificação no LMS, responsável por acionar cada canal e critério de quando acionar. Disponibilizar no Bitrix.
O time para de improvisar e passa a executar um plano. Redução do impacto de bloqueios sobre presença e engajamento em aulas ao vivo, mentorias e Clinic Day.
Gap G1Configurar alertas automáticos no Bitrix para sinalizar etapas a X dias do vencimento sem conclusão: especialmente edição (3 dias úteis), configuração do supervisor (10 dias) e sincronização TI (10 dias).
A gestão de prazos deixa de depender de observação manual. Problemas identificados antes de impactar o fluxo seguinte, reduzindo o ciclo reativo.
Gap G7Criar um formulário estruturado para substituir as planilhas semanais do Notion. O formulário deve capturar dados do encontro, intercorrências, observações pedagógicas e indicadores de mediação, e ser preenchido diretamente pelo supervisor, gerando os dados necessários sem depender de criação manual a cada semana.
Eliminação da criação manual semanal de planilhas. Dados passam a ser estruturados, históricos e consultáveis, transformando o preenchimento do supervisor em fonte real de insumo para gestão e melhoria contínua.
Gap G12Para cada etapa dos fluxos definir: quem executa, quem cobra quando não cumprida, e o que acontece se não for cumprida: desvio formal no Bitrix, não absorção silenciosa. Revisar tarefas mãe com responsável primário e de acompanhamento explícitos.
Problemas passam a ser visíveis antes de serem absorvidos. Liderança consegue identificar onde o fluxo quebra de verdade. Responsabilidade de cada etapa passa a ser exercida por quem a detém.
Gap G13Estruturar processo periódico, sugerido trimestral com critérios objetivos para classificar cada material em: replicar sem alteração, atualizar pontualmente ou regravar. Critérios: tempo desde última gravação, troca de professor, reclamações, desempenho nas interativas, adequação ao padrão atual.
A decisão de regravar deixa de ser reativa e comprimida. O time de produção recebe demandas com antecedência. Qualidade do conteúdo passa a ser gerenciada proativamente.
Gaps G3 · G2Implementar coleta de satisfação no Moodle em momentos estratégicos: ao final de cada disciplina assíncrona, após Clinic Day e após mentoria. Formulário curto, disparado automaticamente pela plataforma, sem depender do Relacionamento.
Visibilidade contínua e estruturada sobre a percepção do aluno. Dados alimentam diretamente o fluxo de curadoria e melhoria contínua. Relacionamento desonerado de mais uma responsabilidade de disparo.
Gap G11Mapear quais ações do Moodle hoje executadas pelo TI são de natureza operacional pedagógica e transferi-las progressivamente para perfil com competência em LMS e Design Instrucional dentro de Operações Pedagógicas e Tecnologia. TI mantém: infraestrutura, integrações e sincronização JACAD.
TI desafogado de demandas fora de sua competência central. Configurações do Moodle passam a ter visão pedagógica. Movimento alinhado com a reestruturação do setor em curso.
Gap G5Reduzir a fragmentação de planilhas avulsas criando um local centralizado de acesso, como uma base de conhecimento do time. O cronograma continuará em planilha por necessidade estrutural, mas todas as planilhas operacionais devem estar organizadas e disponíveis em um único ponto de acesso, eliminando buscas dispersas e versões desatualizadas circulando por mensagem.
O time passa a ter um ponto único de referência para documentos operacionais. Reduz tempo perdido buscando a versão correta de planilhas, diminui o risco de trabalhar com informação desatualizada e facilita o onboarding de novos membros.
Gap G8Formalizar setembro/outubro como prazo limite para entrega do cronograma anual ao time operacional: com data e responsável definidos, não como meta informal. Incluir buffer explícito para gravações de disciplinas novas ou com troca de professor.
Time operacional recebe cronograma com antecedência suficiente para lançar tarefas e iniciar produções sem compressão de prazo. Reduz diretamente o risco de disciplinas liberadas sem gravação assíncrona.
Gaps G9 · G2Estabelecer um ciclo de revisão periódica dos fluxos documentados, trimestral ou semestral, com responsável definido e registro formal de atualizações. Os fluxos construídos neste diagnóstico são o ponto de partida, mas precisam ser incorporados ao dia a dia: consultados no onboarding de novos membros, atualizados quando um processo muda e usados como base de referência operacional. Documentação que não é usada vira arquivo morto.
Qualquer movimentação de pessoas, entrada, saída ou troca de função, passa a ter uma base de referência real. O conhecimento deixa de estar concentrado em pessoas específicas e começa a residir no processo. A instituição ganha resiliência operacional progressiva.
Gaps G14 · G17Mapear e documentar formalmente tudo que o Supervisor executa hoje, pedagógico, operacional e de relacionamento, e definir quais responsabilidades pertencem a esse papel, quais deveriam ser redistribuídas e quais são absorções informais que precisam ser eliminadas ou formalizadas. Isso não é uma crítica ao trabalho do Supervisor: é reconhecer que o papel cresceu organicamente e precisa ser desenhado intencionalmente.
Clareza de escopo reduz sobrecarga invisível, facilita dimensionamento da equipe e torna o papel substituível sem perda de qualidade operacional.
Gap G15Criar um fluxo básico de gestão docente com três momentos: onboarding (o que o docente precisa saber, entregar e ter acesso antes da primeira gravação), acompanhamento (critério para identificar quando um docente está com baixo desempenho ou precisa ser substituído) e offboarding (o que acontece operacionalmente quando um professor sai ou troca de disciplina). Não precisa ser complexo, precisa existir.
O impacto de troca ou saída de docente deixa de ser descoberto reativamente. O time de Produção e Pedagógico passa a ter visibilidade antecipada, reduzindo compressão de prazo e retrabalho.
Gap G16Estruturar ciclo semestral de revisão do ambiente virtual e dos materiais didáticos, com critérios pedagógicos definidos, responsável por conduzir e registro formal de decisões. Alimentado por dados de CSAT, formulário do supervisor e indicadores de desempenho nas interativas.
A instituição sai do modelo de melhoria por crise e entra em ciclo preventivo. Débito técnico e pedagógico gerenciado sistematicamente. Volume de refações emergenciais reduzido progressivamente.
Gap G4Usar os fluxos mapeados como base para leitura compartilhada com cada time: não um treinamento formal, mas uma sessão onde cada time entende onde sua etapa se encaixa, quem depende dela e qual o impacto de atrasos no time seguinte. Os fluxos do FigJam são o ponto de partida.
Times tomam decisões com consciência do impacto sistêmico. Reduz conflitos por desalinhamento de expectativas. A sensação de "tudo acontece ao mesmo tempo" começa a ser resolvida de baixo para cima.
Gap G6Estruturar Operações Pedagógicas e Tecnologia com autonomia técnica para executar todas as ações operacionais do Moodle sem dependência do TI: criação de bases, replicação de disciplinas, configuração de interativas e personalização de ambientes. Requer definição de permissões no LMS e desenvolvimento de competência técnica no setor.
Eliminação do TI como gargalo nas etapas operacionais. O setor passa a ter autonomia real sobre a entrega do produto pedagógico: alinhado diretamente com a missão de orquestrador da experiência de aprendizagem.
Gaps G5 · G6Matriz de Prioridade
Visão consolidada das 15 recomendações com onda de implementação, gap que resolve e responsável sugerido.
| Rec. | Descrição | Onda | Gap resolvido | Responsável sugerido |
|---|---|---|---|---|
| R1 | Contingência WhatsApp | Curto | G1: Instabilidade WhatsApp | Relacionamento + TI |
| R2 | Alertas de prazo no Bitrix | Curto | G7: Gestão reativa de prazos | Operações Pedagógicas |
| R3 | Formulário substitui Notion | Curto | G12: Processo manual sem dados | Operações Pedagógicas + TI |
| R4 | Responsabilidade e cobrança por etapa | Curto | G13: Soluções informais recorrentes | Liderança + todos os times |
| R5 | Curadoria de materiais | Médio | G3 · G2: Validação e liberação sem gravação | Operações Pedagógicas |
| R6 | CSAT no LMS | Médio | G11: Ausência de escuta do aluno | Operações Pedagógicas + TI |
| R7 | Redistribuição TI / Pedagógico | Médio | G5: Concentração inadequada no TI | Liderança |
| R8 | Centralização em base de conhecimento | Médio | G8: Fragmentação de informação | TI + Operações Pedagógicas |
| R9 | Antecipação do cronograma anual | Médio | G9 · G2: Compressão de prazos | Pedagógico + Direção |
| R10 | Operacionalizar documentação como ferramenta viva | Médio | G14 · G17: Documentação e concentração de conhecimento | Operações Pedagógicas |
| R11 | Formalizar escopo do Supervisor | Médio | G15: Papel do Supervisor sem escopo definido | Liderança + Pedagógico |
| R12 | Processo mínimo de gestão de docentes | Médio | G16: Ausência de gestão de docentes | Pedagógico + Direção |
| R13 | Ciclo formal de melhoria contínua | Longo | G4: Débito técnico e pedagógico | Operações Pedagógicas |
| R14 | Visão dimensional dos processos nos times | Longo | G6: Invisibilidade das dimensões | Liderança + todos os times |
| R15 | Autonomia operacional do LMS | Longo | G5 · G6: Dependência do TI | Operações Pedagógicas |
Próximo passo recomendado
Iniciar pela Onda 1 com foco em R2 (alertas de prazo), R3 (formulário Notion) e R5 (responsabilidade por etapa): as três ações que mais rapidamente transformam a forma como os times percebem e executam os processos. Em paralelo, avançar em R1 (contingência WhatsApp) enquanto a situação com a Uniscale está em resolução.